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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A depressão é muitas vezes confundida com um sentimento de tristeza, entender as diferenças é fundamental para o diagnóstico precoce.

A tristeza é um sentimento momentâneo, considerado saudável. Ajuda na elaboração das perdas, ou sofrimentos ocasionais. Pessoas atingidas pela ocorrência de perdas do emprego ou de entes queridos, atravessam uma fase de sofrimento e angústia, que pode se prolongar por um determinado período de tempo, mas esse quadro vai se atenuando e paulatinamente a vida vai retomando o ritmo normal.
A tristeza é um sentimento intrínseco ao ser humano. Todas as pessoas estão sujeitas a tristeza. É a ausência de satisfação pessoal quando o indivíduo se depara com sua fragilidade.
Agora, se a tristeza não passa, e começam a surgir sentimentos de apatia, indiferença, desesperança, falta de perspectivas ou prazer pela vida, saiba que esse é um sintoma claro de depressão. Os sintomas podem aparecer ou desaparecer de maneira sutil e quase imperceptível, mas é importante saber que eles podem voltar. A depressão é doença séria e assim deve ser tratada.
A depressão encontra-se classificada no Grupo das Doenças Afetivas, ou seja, aquelas que têm uma evolução cíclica, em que se alternam períodos depressivos com fases de absoluta sanidade.
Os riscos da depressão:
A depressão é um gatilho para o infarto, doenças degenerativas e vários outros males. Não é só o humor e a alegria de viver que somem no deprimido. Esse permanente estado de tristeza tem ação direta no sistema imunológico, minando as defesas do corpo. A doença acomete todo o organismo.
É por isso que esses pacientes têm mais risco de desenvolver problemas do coração, doenças autoimunes e distúrbios degenerativos como o Mal de Alzheimer. Um estudo da Wake Forest University, nos Estados Unidos, constatou que esses pacientes têm 40% mais risco de desenvolver males cardíacos. Outro trabalho americano mostrou que eles têm 73% mais chance de ter um derrame. Não à toa os especialistas colocam a depressão ao lado de fatores como a pressão alta e o colesterol como ameaças ao coração.
Tumores e infecções pela queda de imunidade também acabam encontrando um terreno fértil nos deprimidos. Há dados relacionando o estado depressivo ao aparecimento de câncer de mama e de intestino.
Em parte esse efeito negativo sobre o corpo deve-se à alta constante de cortisol, detonada pela depressão. Esse hormônio, relacionado a situações de tensão, derruba as defesas e também pode estar por trás da taquicardia e da subida da pressão. Isso explicaria a ameaça ao peito dos deprimidos, bem como a maior suscetibilidade a males que se alastram a partir de um sistema imune combalido para se instalar, caso das infecções.
Os tumores também, em certa medida, aproveitam-se do enfraquecimento das defesas, que não conseguem dar conta das células defeituosas. Esse estado também provoca danos no próprio cérebro, o que explica o comprometimento de algumas funções desse órgão. Daí que a doença que começa na alma pode acabar com o corpo também.
Pode ser leve, moderada ou grave.
A depressão encontra-se classificada no Grupo das Doenças Afetivas, ou seja, aquelas que têm uma evolução cíclica, em que se alternam períodos depressivos com fases de absoluta sanidade.
Os sintomas podem se manifestar de uma forma branda, e é comum o paciente procurar um clínico-geral, acreditando estar com falta de vitaminas ou alguma doença mais grave. Outros, simplesmente acreditam ser apenas mais uma "fase ruim" e não procuram ajuda, agravando ainda mais o problema. Indivíduos apresentando quadros leves, raramente procuram  tratamento.

Ao falarmos sobre a tristeza, precisamos definir os tópicos que distinguem este sentimento da depressão.

- A tristeza é um sentimento intrínseco ao ser humano. Todas as pessoas estão sujeitas a tristeza. É a ausência de satisfação pessoal quando o indivíduo se depara com sua fragilidade.
- A tristeza não chega aos limites citados na situação depressiva. Pelo contrário, é uma ferramenta valiosa para avaliação das metas de vida. Na infância, o modo de encarar a tristeza será definitivo para estabelecer a personalidade adulta.
- A tristeza é a recusa. A dificuldade em aceitar o "não" torna-se desmotivante e abala a autoestima. Por outro lado, a rejeição e a incapacidade frente a alguns obstáculos, levam a quadros mais sérios e profundos da tristeza. 


Tristeza

·       A tristeza sempre tem um motivo.
· Pode apresentar sintomas como: um aperto no peito, taquicardia e choro.
·  Costuma-se ter pensamentos repetitivos sobre os motivos que levaram à tristeza.

Depressão

Os critérios diagnósticos da depressão envolvem a presença de cinco ou mais dos seguintes sintomas por duas semanas (todos os dias ou quase todos os dias):

·       A depressão é uma tristeza profunda sem nenhum motivo.
·       Pode apresentar pensamentos suicidas.
·       Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia.
·       Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas.
·   Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis.
·       Desinteresse falta de motivação e apatia.
·        Falta de vontade e indecisão.
· Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio.
·       Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.
·      A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio.
·       Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom "cinzento" para si, os outros e o seu mundo.
· Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento.
· Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido.
·       Perda ou aumento do apetite e do peso.
·     Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo).
· Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.

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sábado, 11 de outubro de 2014




O Mirtilo é conhecido como Blueberry, em inglês, e Arándano, em espanhol, incluído-se no grupo das pequenas frutas, junto com a amora, morango e framboesa. É uma das frutas frescas mais ricas em antioxidantes já estudadas. Tem um conteúdo particularmente elevado de polifenóis tanto na casca quanto na polpa, os quais conferem funções de proteção sobre as paredes das células do nosso corpo, por isso essa fruta é chamada por alguns como “fonte da longevidade”. Outro componente nutricional encontrado no Mirtilo são as antocianinas, que combatem os radicais livres, são anti-inflamatórias, melhoram a circulação e ajudam na redução do LDL-colesterol.

Os frutos podem ser consumidos in natura ou após processamento por congelamento, desidratação, enlatamento ou fabrico de geleias ou licores, sucos, entre outros. A dica #NutriEmotion é o consumo do mirtilo/blueberry in natura na forma de suco,,,,veja a receita no Facebook. https://www.facebook.com/profile.php?id=100005216029032








quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Você sabe o que é depressão?

depressão é sim uma doença e tem afetado cada vez mais pessoas pelo mundo. Tem-se que, atualmente, a depressão afeta mais de 350 milhões de pessoas no mundo inteiro e que de acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde, no ano de 2030 a depressão será a mais comum, entre todos os tipos de doenças.

Sendo assim, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma animação para mostrar de forma clara o que é a depressão, e como se livrar deste problema. Desta forma as pessoas que nunca sofreram desse mal podem entende-lo melhor.







No vídeo, a depressão é tratada como um grande cão negro e mostra as possíveis consequências dessa doença na vida de uma pessoa. É só clicar no play abaixo e conferir essa esclarecedora e tocante história.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014



Você já pensou que  precisa ser feliz para emagrecer e não emagrecer para ser feliz?

Você anda levando suas emoções para o prato? A segunda maior causa de obesidade no mundo é a compulsão alimentar motivada por razões emocionais. Na compulsão alimentar, as pessoas comem sem necessidade de se alimentar. O que as motiva são diversos fatores emocionais como, solidão, tédio, cansaço, tristeza, decepções, necessidade de ser aceito, luto, rompimentos amorosos, perdas, rejeição, entre outros. O alimento passa a ser um substituto do afeto perdido.
É na infância que a relação comida x bem estar se estabelece. Geralmente uma das primeiras soluções oferecida ao bebê para aplacar o sentimento desagradável é a comida. Diante da impossibilidade de saber lidar com a situação ou de “anestesiar” o mal estar interno, esse antigo esquema, comida x bem estar pode ser reativado. Assim o alimento passa a funcionar como um substituto do afeto perdido, um objeto de redução de ansiedade.
Você já se pegou dizendo: “Hoje eu mereço comer ....” O bolo de chocolate ou  prato calórico, por exemplo, se tornam um carinho que a pessoa se faz.

É assim que um “falso merecimento” ou afeto disfarçados de comida levam ao ganho exagerado de peso. Temos como consequência a obesidade como reflexo de um sintoma psicológico

Dessa forma, não podemos negar que um trabalho que visa trabalhar as questões emocionais se faz necessário.
Se você se identificou com esse artigo, podemos lhe ajudar. Na NutriEmotion você encontra um atendimento multidisciplinar - nutricionista e psicóloga, visando não somente a redução de peso, mas sim uma mudança de comportamentos e hábitos. Um aprofundamento das emoções para entender quais afetos estão relacionados à comida. O objetivo é proporcionar um atendimento personalizado de acordo com a necessidade de cada um, respeitando cada singularidade.

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terça-feira, 29 de julho de 2014

sábado, 26 de julho de 2014

ARTIGOS

OBESIDADE, PREGUIÇA E CÂNCER DE MAMA

Drauzio Varella
A atual epidemia de obesidade caminha em paralelo à do sedentarismo. Consequências do farto acesso a alimentos de alto conteúdo calórico e das comodidades modernas, ambas as epidemias interagem de forma sinérgica: quanto maior o excesso de peso, menor a disposição para o movimento e vice-versa.
A Organização Mundial da Saúde estima que, neste século XXI, o impacto da epidemia de obesidade na saúde dos povos será de tal ordem que o número de mortes causadas por ela deverá ultrapassar as do cigarro.
Há muito se sabe que o excesso de peso está associado ao risco de desenvolver diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares como infarto do miocárdio e derrame cerebral, enfermidades reumatológicas e outras patologias; agora, sabemos que aumenta também o risco de certos tipos de câncer. Pela alta incidência na população, o câncer de mama é o mais importante deles, uma vez que, em cada oito a nove mulheres, uma receberá esse diagnóstico ao longo da vida.
Uma das ações do estrógeno e da progesterona é estimular a proliferação das glândulas mamárias. É porque os ovários começam a produzir maiores quantidades desses hormônios que as mamas das meninas crescem na puberdade. A administração continuada de hormônios femininos exerce o mesmo efeito até em homens, como demonstram os seios de alguns travestis.
Curiosamente, a obesidade exerce influências antagônicas no risco de câncer de mama, conforme a fase da vida reprodutiva em que se encontra a mulher.
As mulheres que ganham peso excessivo já na vida adulta e chegam obesas à menopausa têm risco de desenvolver a doença de 1,5 a 2 vezes maior. Uma análise crítica de oito estudos recentes mostrou que, para cada oito quilos a mais nessa fase da vida, o risco de câncer de mama aumenta 18%.
O que têm a ver os seios com a gordura? A gordura não é um simples depósito para armazenar energia a ser queimada na época das vacas magras?
Hoje, está demonstrado que o tecido gorduroso exerce funções bem mais complexas. Ele participa do controle hormonal de forma tão ativa que os especialistas o consideram parte importante do sistema endócrino.
Com a chegada da menopausa, os ovários param de fabricar hormônios sexuais, mas o organismo feminino encontra caminhos alternativos com a finalidade de obter o estrógeno necessário para manter funções como preservar a integridade das mucosas genitais
e da massa óssea, por exemplo. O mais importante deles -chamado de aromatização- acontece justamente na intimidade do tecido gorduroso.

Na mulher obesa em menopausa, quando o tecido mamário deveria gozar o merecido repouso, a aromatização ocorrida na gordura em excesso formará quantidades mais altas de estrógeno que estimulam a proliferação das glândulas mamárias, aumentando a probabilidade de surgirem células malignas resultantes de erros no processo de divisão celular. Em contraste, antes da menopausa, a obesidade está associada a uma redução futura de 10% a 30% dos casos da doença. Como explicar?
Nesse caso, também acontece a aromatização excessiva no tecido gorduroso descrita na menopausa, mas a quantidade de estrógeno produzida é pequena diante das altas concentrações liberadas na circulação pelos ovários em funcionamento durante os ciclos menstruais. Além disso, mulheres m ais jovens, quando são obesas, costumam apresentar distúrbios menstruais que incluem ciclos com ausência de ovulação, atrasos e até períodos sem menstruações, capazes de reduzir a exposição das glândulas mamárias à ação
proliferativa dos hormônios sexuais.

Da mesma forma, a prática de atividade física pode reduzir a incidência de câncer de mama. Está provado que o exercício altera os ciclos menstruais e a exposição cumulativa do tecido mamário aos hormônios femininos. Atividade esportiva extenuante pode retardar o aparecimento da primeira menstruação e causar atrasos menstruais. Durante a adolescência, mesmo a atividade física moderada pode alterar a fisiologia ovariana a ponto de suspender a ovulação.
Mulheres que praticam pelo menos quatro horas de atividade física semanal durante os anos de vida reprodutiva têm risco 60% mais baixo de desenvolver câncer de mama do que as sedentárias. Nas que já atingiram a menopausa, a prática de exercício físico ambém reduz a incidência dessa enfermidade por causar diminuição dos níveis de estrógeno e da massa gordurosa. Não está claro, no entanto, se a prática recente de atividade física protege mais ou menos do que a atividade cumulativa no decorrer da vida.
Por razões pouco conhecidas, obesidade e vida sedentária aumentam também a incidência de outros tipos de câncer. Combinados, os dois fatores são responsáveis por 20% dos casos de câncer de mama, 50% dos carcinomas de endométrio (camada mucosa que reveste a parte interna do útero), 25% dos tumores malignos do cólon (intestino grosso) e 37% dos casos de adenocarcinoma de esôfago, um tipo de câncer cuja incidência aumenta exponencialmente nos últimos anos.
Descendente de hominídeos obrigados a consumir energia para obter  alimentos e fugir de predadores nas florestas, o cérebro humano, desenhado em época de penúria, não estava preparado para resistir às tentações da mesa e ao conforto dos sofás.

http://drauziovarella.com.br/

terça-feira, 15 de julho de 2014


Se for começar uma reeducação alimentar seja positiva e aberta a novas experiências.

A reeducação alimentar é o momento de se propor experimentar novos alimentos e sabores.

Se legumes, verduras e frutas não faziam parte da sua rotina, a partir de agora deverão estar presentes na alimentação diária.

Vá experimentando e treinando seu paladar!

Não nascemos com o paladar pronto, somos introduzidos aos poucos aos novos alimentos, por isso não desista de primeira, sempre insista!

Às vezes precisamos de um tempo maior para nos acostumar aos novos sabores.


Faça isso com relação ao sal e ao açúcar, diminua a quantidade de ingestão e logo vai perceber que não precisa exagerar.